domingo, 23 de maio de 2010

Padre Acorrentou Jovem Para Fazer Sexo

Padre acorrentou jovem para fazer sexo oral, diz polícia

Imagem só para efeito de ilustração. A casa paroquial da igreja Divino Espírito Santo, em Realengo, zona oeste do Rio, foi transformada em “masmorra erótica” pelo padre polonês Marcin Michal Strachanowski, 44.

O veredicto é do juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, da 1ª Vara Criminal de Bangu, que ontem (20) determinou a prisão de Strachanowski, que se encontra foragido.

O ex-coroinha M. acusa o padre de tê-lo acorrentado na cama da casa paroquial, no segundo andar, e feito nele sexo oral. O padre também teria tentado obter sexo anal, como passivo. Foi nas vésperas do Carnaval de 2007, quando o garoto tinha 14 anos.



M. contou à policia que foi ameaçado de morte pelo sacerdote para não contar nada a ninguém. Strachanowski teria dito ao ex-coroinha que, se o silêncio fosse quebrado, ele, o padre, “já sabia que flores ia colocar no caixão” de M.

Para que não fosse denunciado, o padre teria colocado dinheiro do bolso do jovem, que o recusou.

M. desistiu em 2006 de ser coroinha por causa do assédio do padre. Ele teria sido estuprado pelo sacerdote.

O juiz afirmou, na ordem de prisão preventiva, que Strachanowski tem compulsão por sexo com adolescentes.

“O acusado arregimentava esse rebanho de inocentes para levá-los a sua casa paroquial, subestimando sua alta relevância espiritual para transformá-la numa espécie de 'masmorra erótica' onde submetia esses jovens, inclusive com emprego de algemas, às orgias descritas entre risos nas 'conversinhas' mantidas com seus amigos na internet", escreveu o juiz.

Até a tarde desta sexta (21), a polícia não tinha pista do paradeiro do padre. O passaporte dele foi apreendido no ano passado.

PADRE SE ENTREGA - atualização às 21h

Nesta noite, Strachanowski se entregou aos policiais da delegacia de Realengo. Em nota, a Arquidiocese do Rio disse lamentar "o ocorrido" [a "masmorra erótica"]. Informou que o padre já estava suspenso da paróquia e que ele será submetido a um processo canônico, da igreja, além da justiça criminal.

Se for condenado, o padre cumprirá a pena no Brasil, porque o país não tem com a Polônia acordo de extradição.

Com informação de O Dia.

> Garoto confirma ter sido assediado por padre Andrei. (maio de 2010)

> Tocar em crianças é diferente de tocar em adolescentes, diz bispo. (maio de 2010)

> Casos de padre pedófilo.

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